Anel Solitário – Um pouco sobre essa jóia!

| |

Um acessório que além de lindo, clássico e excelente para compor o look em diversas ocasiões, também possui todo um simbolismo. É claro que estamos falando do queridinho anel de uma pedra só: o solitário. Conhecido como “o anel do amor”, ele nunca sai de moda.

Representa o sentimento nas relações afetivas, o cumprimento de etapas importantes da nossa vida ou simplesmente a vontade de brilhar no dia a dia. Vamos conhecer um pouquinho da história dessa peça?

Diferente de outros acessórios cuja origem se perde no tempo, o solitário tem a sua origem demarcada no ano de 1.477, com sua criação atribuída ao ourives de Maximiliano I de Habsburgo, arquiduque da Áustria e imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que recebeu a missão de elaborar um anel de aro simples e cravar sobre ele o maior e mais puro diamante que tivesse!

O imperador estava disposto a impressionar a jovem Maria, duquesa da Borgonha, ao pedi-la em casamento.

Acreditando na lenda sobre a existência de uma veia que vai do dedo anelar esquerdo ao coração, chamada de “vena amoris”, ou veia do amor, o imperador pediu à Maria que usasse o presente naquele dedo, dando início a uma tradição que persiste até os dias de hoje.

Nós já falamos sobre as tradições e histórias por trás da escolha do anel em cada dedo, confira aqui. Por esta razão, o solitário ficou associado ao pedido de casamento. No entanto, uma joia tão bonita não poderia estar condicionada a apenas uma ocasião. Ao passar dos anos, o solitário passou a marcar um importante rito de passagem na vida das moças: o fim da infância atribuído a chegada dos 15 anos.

Jovens debutantes começaram a trocar seus ursinhos de pelúcia por anéis nos grandes bailes de aniversário. Mais tarde, outra convenção marcou a utilização desses anéis nas festas de formatura e, assim, a ressignificação da joia.

Trio de anéis

Por ter seus usos tradicionais oriundos de presentes e heranças, o anel ganhou a fama de que não se deve compra-lo para uso próprio. Por sorte, com o passar dos anos essa fama se dissipou e hoje ele se tornou o queridinho para compor desde os looks mais sofisticados aos corriqueiros, acrescentando um brilho especial a todas as ocasiões e se reinventando a cada dia.

anéis solitário

Essa versatilidade fez com que a indústria das joias incluísse outras pedras, que não exclusivamente o diamante, na composição do solitário, tendo em vista que o alto custo não é atrativo para todos os públicos.Logo, a maior parte dos solitários em semijoias são feitos com zircônias cúbicas, que são muito similares ao diamante, são mais baratas e possuem um brilho extraordinário.

Anel solitário
anéis solitário

Ainda sim, a universalização do anel possibilitou também o uso de outras gemas, como os rubis, as safiras, esmeraldas, turmalinas, etc, acrescentando um colorido diferente do habitual. Atualmente, com os crescentes movimentos femininos, mulheres de todo o mundo passaram a aderir ao “pinky promise”, uma iniciativa de Melody Godfred. Melody vivia um caos emocional, conflitando internamente sobre diversas questões e uma profunda falta de amor próprio, até que ela se presenteou com um anel de diamante e colocou em seu dedo mindinho, prometendo a si mesma o compromisso do amor próprio.

Em 2016 lançou o site Fred e Far para capacitar as mulheres a escolherem a si mesmas e praticarem o amor próprio e cuidado diariamente.

Diversas empresas, grupos e mulheres ao redor do mundo compactuaram com a ideia de Melody e passaram a utilizar o solitário no dedo mindinho independente de seus estados civis, reforçando que a mulher deve priorizar a sua felicidade acima das convenções sociais. Hoje, a criadora do movimento é escritora, palestrante e empreendedora.

Agora que você já conhece as diversas histórias que esse charmoso anel carrega, que tal escolher o modelo ideal para você em nosso site e agregar o seu próprio significado?!

.

Anterior

Joias, semijoias e bijuterias

Cristal e Zircônia – Suas características

Próximo

Deixe um comentário