Zírconia

Colar Prata 925

Cristal e Zircônia – Suas características

As pedras naturais são verdadeiros milagres da natureza.

As joias nunca saem de moda. Seja representando a cultura de uma civilização antiga, para comemorar aquela ocasião especial ou simplesmente para dar um charme a mais no visual do dia a dia, as diversas peças estão sempre presentes nas nossas vidas.

Elas acompanham os processos evolutivos da sociedade, ganhando novas formas, cores e modificações no processo de produção. Com isso, toda a indústria vem buscando incansavelmente inovar e trazer o melhor até você.

Diamantes, cristais, zircônia, entre outros há muito tempo fazem parte do mundo dos acessórios. Reconhecer as pedras preciosas dentre a quantidade de gemas existentes no mercado está cada vez mais difícil, isso porque o processo de desenvolvimento e manipulação das mesmas está cada dia mais tecnológico. Por isso hoje vamos falar sobre as peculiaridades da zircônia e do diamante e em quais estilos de joias e semijoias são mais utilizadas.

 

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Photo by Ali Pazani on Unsplash

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Photo by Vinicius “amnx” Amano on Unsplash

 

Os diamantes naturais se formam a partir do carbono em milhões de anos, por baixo da terra em alta pressão e temperatura. São extraídos de milhões de toneladas de rocha escavadas em grandes fossas abertas, principalmente no Botsuana, Canadá e Rússia. Conhecidas como diamantes em bruto, essas gemas são polidas e cortadas em antes de chegarem a joalherias, oficinas e varejistas.

Seu valor é muito alto, tanto pela raridade, quanto por todo o processo de extração.

No entanto, muitas dessas pedras não possuem a qualidade que os clientes desejam devido as suas imperfeições ou até mesmo por sua pouca variação de cores. As que possuem alta qualidade são muito raras e com alto custo de mercado. Pensando nisso, a indústria das joias passou a fabricar as pedras sintéticas, tornando o produto mais acessível. Além da fabricação de peças com pouquíssimas falhas e clareza quase perfeita, a produção sintética não contribui com a exploração escrava de diamantes no mundo.

 

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Photo by Maël Renault on Unsplash

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Photo by Giulia Bertelli on Unsplash

Ao imitar as condições naturais necessárias para o carbono – elemento principal – se transformar em diamante, as máquinas sofisticadas se tornaram capazes de produzir diamantes sintéticos idênticos aos naturais. Sendo assim, é muito difícil diferenciar a olho nu ou até mesmo com métodos tradicionais um diamante sintético para um natural, pois têm essencialmente as mesmas características físicas, químicas e ópticas que suas contrapartes naturais.

Sendo assim, como saber qual é a pedra certa para adquirir?

O diamante pode ser lapidado de diversas formas, sendo que o formato de brilhante é o mais conhecido, a ponto de se confundir com a própria nomenclatura da pedra. Em geral, possui algumas imperfeições ou pontinhos pretos que a pedra artificial não possui. Normalmente, possui um tom amarelado ou amarronzado, encontrar um diamante incolor é muito raro.

A característica mais marcante é, sem dúvidas, o preço. O quilate do diamante custa, em média, R$4,5 mil reais – valor que pode variar dependendo das características da gema -, enquanto o quilate da zircônia cúbica fica em torno de R$60. Em razão do preço, o diamante que abastece o mercado joalheiro é reservado apenas à fabricação de joias.

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Photo by Tiko Giorgadze on Unsplash

Os “cristais Swarowski” ganharam popularidade mundial como uma imitação do diamante, com beleza e brilho similares a pedra preciosa.

Os cristais se formam a partir da nucleação, ou seja, quando uma substância se dissolve em outra e formam uma estrutura maior. É um fenômeno que não acontece de forma naturalmente no planeta, então o tcheco Daniel Swarovski inventou uma máquina que revolucionou o processo de corte dos cristais, ao modo que alcança uma precisão extraordinária.

Nessa sintetização, são utilizadas vidro, cristal e acrílico que podem ganhar inúmeros formatos, tamanhos e cores. Na escala Mohs, que quantifica a dureza dos metais, os cristais alcançam em torno de 7, enquanto o diamante, primeiro na categoria, possuem a dureza 10.

Já a zircônia é separada em dois tipos, a baddeleyíta, que é um mineral raro e natural, e a zircônia cúbica, sintetizada em laboratório com a intenção de imitar o diamante. Não perde o brilho em contato com a água e é muito resistente. Assim, pode ser cravejada em joias e semijoias. É uma pedra de excelente qualidade, podendo ser considerada a melhor imitação de diamantes já produzida e alcança 8 na escala Mohs. Elas apresentam um alto grau de dureza, além de ser possível criar peças com cores diferentes e com muitas possibilidades de lapidação ao contrário do diamante.

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Photo by Andie Gómez-Acebo on Unsplash

 

Já falamos um pouco sobre a diferença das joias e semijoias em nosso blog. Saber em qual ocasião utilizar pode ser determinante em todo o look.

Por isso é preciso conhecer muito bem o que constitui cada tipo de peça para poder fazer o investimento mais adequado para sua realidade.

Uma excelente opção para eventos com trajes de gala em que se queira um brilho especial, a zircônia é uma excelente opção. Já para anéis de noivado ou formatura em que se procura exclusividade e personalidade, diamantes são bem vistos.

Em nosso site você encontra diversas peças produzidas com zircônias para diversas ocasiões! Brincos, colares, berloques, anéis, aparadores, alianças, pontos de luz, entre outros.

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